Em toda profissão que exercemos, encontramos pessoas que chegam devagarinho, vão construindo moradia e em pouco tempo ocupam os espaços vazios dos nossos corações. Dia após dia vão colocando os tijolos certos e o reboco adequado, assim quando menos esperamos estamos protegidos por quem chegou como colega, transcendeu para o lugar de amigo, mas se tornou irmão para o resto da vida. Este é o caso de @cleusasanto para comigo, uma mulher incrível, mãe singular e poeta extraordinária.
Acompanhei o início da carreira
poética dela, desde o lançamento do primeiro cordel na Luzeiro, a contação de história
para crianças e os adultos interessados, a recitar o cordel nos saraus e nos
eventos para os quais era chamada. Em pouco tempo a literatura infantil tomou
conta dela e se tornou sua nova profissão vestida com o cordel. Entregou-se de corpo
e alma ao gênero literário cordel, enfrentou seus medos, foi estudar na EJA,
depois deu um salto daqueles transformadores e findou adentrando os portões da
universidade.
Cleusa é poeta ousada. Não parou por aí, foi fazer especialização em literatura e arte, já atuava como atriz e em pouco tempo estava dirigindo um grupo de teatro com a terceira idade. Mas ainda era pouco para uma pessoa tão grande, foi trabalhar no CRECI e passou a encantar os idosos com o poder da poesia e do conto. E lá se vão quase 20 anos de entrega da vida para a arte e as pessoas que precisam dela para continuar vivendo. Por isso minha amiga, celebrar sua existência ao lado de @edimaria e @anasantos, é louvar a Deus que nos brinda com a sua presença em nosso meio. Que você se torne cada vez mais experiente e disposta a passar o que tem de melhor para quem têm a felicidade de conviver com você.

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