A convite da coordenadora Ednalva,
estive no Cei José Adriano Marrey Jr. para encontrar as educadoras e as famílias
que foram vivenciar este momento cultural. Pude compartilhar um pouco de minha
história, permeada pela literatura, neste quartel de século, que tem sido cheio
de aprendizado, dores e alegria como toda e qualquer profissão.
Semear o cordel se tornou uma espécie
de missão, porque parece que somos escolhidos para a tarefa. O trabalho se
torna um ofício, que nos empurra para desbravar os caminhos. Tem sido assim comigo,
a cada Escola, plateia, público, feira que vou, encontro um povo aberto a
acolher esta poesia transformadora, que encanta as pessoas que encontra pela
frente.
Foi assim no CEI MARREY, saí de lá
com a sensação do deve cumprido e consciente do quanto ainda preciso fazer. Hoje
colho as sementes plantadas por aqueles e aquelas que me antecederam. Sabendo disso,
o meu papel é fazer o mesmo, semear para que outros possam colher no futuro. Este
gênero literário encanta todo mundo, quando toma contato com sua beleza poética.
Agradeço a quem prestigia o meu trabalho e valoriza a literatura brasileira.













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