Quem vive de arte, também busca as formas para que seu trabalho chegue mais longe. É uma tarefa ardorosa encontrar essas possibilidades porque precisa unir um trabalho de qualidade com o gosto das pessoas, que sempre varia de acordo com cada personalidade. Agradar a um coletivo é uma tarefa complexa, tendo em vista que terá de unir a sensibilidade de ambos.
Na literatura é algo ainda mais difícil
para conectar as leitoras e leitores com aquilo que você escreveu. Felizmente este
meu livro A Branca de Neve publicado pela @pandabooks caiu no gosto de milhares
delas porque chegou a impressionante marca de cem mil exemplares, o que me
enche de gosto e gratidão por todos os profissionais envolvidos neste processo.
As lindas ilustrações de @andreaebert contribuíram imensamente para o sucesso
desta obra.
Conta o fato de ser um conto conhecido
e de ter sido ornado pela potência que é o gênero literário cordel, uma forma poética
que enche o nosso Brasil de orgulho. Quem escreve deste jeito, deve gratidão ao
grande paraibano Leandro Gomes de Barros que com seu estro criativo disseminou
essa forma poética pelo Recife, depois Pernambuco e assim o cordel foi se
enraizando pelo Nordeste pelo restante do Brasil.
A Branca de Neve em cordel é um
livro que se consolida e encanta as pessoas para marcar aqueles e aquelas que
amam a literatura brasileira.




















































