Aconteceu de 30 de maio a 07 de junho @afeira do Livro do Pacaembu, que tem se consolidado como um dos espaços mais destacados para a promoção do livro e do saber na cidade de São Paulo. Durante nove dias a Praça Charles Miller, recanto consagrado ao futebol, se torna o lugar do saber e da cultura, onde a palavra desfila através dos livros das mais diversas autoras e autores que formam o mercado editorial brasileiro.
Naquela arena passam autores/as
ainda anônimos, em busca de um espaço, aos mais destacados. Ano após ano, vemos
uma literatura pujante e vivaz que mexe com a cabeça dos leitores e leitoras, ávidos
por coisa boa.
Neste lugar estava eu pelo segundo
ano consecutivo, na Tenda da @camaraperifericadolivro que mostra a força e a
potência do cordel e da Literatura Periférica nas feiras e bienais pelo Brasil
afora. A Câmara Periférica do Livro abriga em seu guarda-chuva 39 editoras
periféricas com catálogos diversos, mulheres poderosas e potentes que oferecem a
literatura brasileira, um mundo cheio de encanto, mas em muitas vezes regados
pelas lágrimas, causadas pelo machismo, misoginia e patriarcado.
Nesta seara, o cordel segue
pujante e, por isso várias editoras trazem em seu catálogo a força do único
gênero literário brasileiro reconhecido como patrimônio imaterial da nossa
cultura. É preciso caminharmos cada vez mais para que essa forma poética ocupe
os espaços e possa fazer parte dos debates que esta importante feira promove. É
preciso integrá-lo ao todo da nossa literatura, os muros precisam ser
derrubados.











