sábado, 11 de outubro de 2014

BODEGA DO BRASIL COMPLETA CINCO ANOS

A quase uma hora da madrugada cheguei do aniversário de cinco anos da Bodega do Brasil, um Sarau que vem conquistando espaço na cena cultural de São Paulo e até fora da capital, levando a arte através da música, da poesia, da dança, do teatro e de outras modalidades que por lá aparecem. Coordenado pelo escritor e cantor Costa Senna, cearense da gema, o evento acontece todo segundo sábado de cada mês no teatro da ONG Ação Educativa, localizada no bairro de Santa Cecília. Participei deste evento alegre e bonito e pude reencontrar algumas dezenas de amigos, rever leitores, conversar com quem diz que tem lido nossos cordéis, com quem fala que ver nossos vídeos no youtube e nas redes sociais e conhecer novos admiradores do cordel. Agradeço aos que nos enchem de alegria e buscam através da poesia tornar suas vidas e as nossas bem melhores. Parabéns a todos que abrilhantaram neste dia 11/10/2014 mais um Sarau Bodega do Brasil e em especial ao Val, Ramon, Liz, Maciel, Binho, Sapiranga, Cacá, Josué, Ibys, Cleusa Santo, entre outros.































sábado, 4 de outubro de 2014

PALESTRA PARA PROFESSORES EM CESÁRIO LANGE

Há cerca de quatro anos estou envolvido no projeto Meu Primeiro Livro, promovido pela editora Espaço Idea, tive a oportunidade de palestrar para diversos públicos em cidades do interior de São Paulo. Estas fotos foram tiradas no encerramento do projeto na cidade de Cesário Lange, para cerca de 500 educadores, alunos e pais. O projeto foi um sucesso e como tenho dito, houve um encantamento natural com o cordel, tanto pelos alunos quanto pelos professores. Valeu muito à pena semear esta arte naquela cidade, que tão bem nos recebeu e soube cultivar em seu jardim poético um pouco da poesia inerente ao cordel brasileiro. É uma pena que esse gênero literário seja pouco conhecido e estudado nos manuais de literatura brasileira. Todavia essa realidade tem começado a mudar com o engajamento maciço de muitos escritores de cordel que levam este trabalho a sério e buscam colocar essa arte no seu devido lugar: o da igualdade como qualquer outro gênero literário.
















sexta-feira, 3 de outubro de 2014

A ARTE DE ESPALHAR ARTE

Há cerca de 13 anos vivendo de literatura, reconheço que tem sido fascinante, sobretudo o contato com milhares de pessoas Brasil afora, como por exemplo, estas turmas que tive a oportunidade de encontrá-las na cidade de Cerquilho – SP. Expus a elas a grandeza e profundidade existentes numa obra de cordel e a sua complexidade para escrevê-la, afinal o cordel deve ser “difícil de escrever, mas fácil de entender” como bem explica o Doutor Aderaldo Luciano. Nessas andanças por várias cidades encontrei pessoas que não conheciam este gênero literário, mas após tomar contato, se apaixonaram e colocaram entre as suas leituras preferidas. É interessante notar que só entre os mais próximos encontramos resistências para se cumprir o velho adágio “que santo de casa não faz milagre”. Com o passar dos anos vejo também se confirmar a frase da poetisa Cleusa Santo que diz: O cordel só tem dois públicos, o que o ama e o desconhece”.