Desde o ano de 2016 a @editoraimeph começou a participar da @bienaldolivrosp com um dos estandes mais bonitos e mais alegres desse evento. Com o nome CORDEL E REPENTE o local se tornou o espaço dos cordelistas dentro da Bienal, bem como uma referência para quem gosta de poesia e participa dessa festa literária. Neste local se abrigam poetas e escritores vindos de todo o Brasil, porque @lucindamazevedo sempre dá um jeitinho e acolher a todos que chegam para lançar um livro, fazer um show ou uma palestra. O local se tornou uma arena que a poesia desfila com leveza, encanta corações e eleva a alma.
As poetisas e os poetas
cordelistas de São Paulo encontram o aconchego neste lugar e puderam mostrar
suas obras para um público qualificado que frequenta uma Bienal do porte da de
São Paulo. Participei de 4 edições e contemplei a importância e a pujança do
cordel no meio da literatura brasileira. Percebi a ousadia de Lucinda Marques
para participar duma festa literária que ao mesmo tempo é grandioso e exige um
investimento de alto risco.
Cinco bienais depois, o Espaço Cordel
Repente está consolidado e se tornou a casa do cordel brasileiro na Bienal. Isto
revela que essa forma poética tem um grande potencial e precisa se expandir
cada vez mais, para mostrar a sua força e relevância como patrimônio imaterial
da cultura nacional. Viva o livro, viva o cordel.











