No último dia 04/04 estive no colégio João 23 localizado na Av. Penha de França, 35 para me encontrar com diversas turmas da unidade. A ida a escola foi patrocinada pela editora Nova Alexandria e pelo trabalho incansável do Diego e da Luciana divulgadores da editora. Fiz quatro palestras nas quais tive a oportunidade de conversar com as turmas simpaticíssimas sobre as adaptações do livro MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS e de A ESCRAVA ISAURA. Foram momentos agradáveis junto daqueles alunos ávidos por conhecimento e participativos. Agradeço a todos que se envolveram para que este momento acontecesse.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
CORDEL NA DRE DA FREGUESIA DO Ó
No dia 27/03 estive na DRE (Diretoria Regional de Ensino) da Freguesia do Ó, em um encontro com os professores que trabalham na sala de leitura para falar sobre o livro MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS EM CORDEL. Minha participação nessa formação mensal desses agentes da leitura se deu graças a articulação da amiga Lucineide divulgadora e amante incondicional do cordel. Agradeço a todos os professores que estiveram presentes no período da manhã e da tarde para discutirmos literatura, desta vez o gênero cordel. Aproveitei a oportunidade para divulgar meu novo livro O MASSACRE DE CANUDOS.
terça-feira, 25 de março de 2014
O MASSACRE DE CANUDOS É LANÇADO EM FORMATO DE LIVRO
Veja um pouco sobre meu novo livro O
MASSACRE DE CANUDOS publicado pela editora Luzeiro.
APRESENTAÇÃO
Os bons ares do
fiel Conselheiro
A campanha de Canudos foi revelada ao
Brasil por Euclides da Cunha. Suas reportagens para o jornal O Estado de São
Paulo deram vida plena ao celebrado Os sertões, livro capitular para qualquer
curioso que queira caminhar pelo episódio. Enquanto Euclides transformou-se no
porta-voz da literatura brasileira oficial, outros menos laureados, porque do
povo, não cansaram de escrever sobre a façanha do Conselheiro e seus
sertanejos. Foi o caso de Manuel Pedro das Dores Bombinho que, em 1898,
escreveu Canudos, história em versos. Bombinho fora soldado da quarta expedição
e observador dos conflitos em 1896. Escreveu quase seis mil versos para contar
o entrevero e se referir a Antônio Conselheiro como uma besta travestida de
anjo:
Manhoso, malvado era ele
Com capa de santo enganava
Ao bom povo d’aquele sertão
Com doçura a eles falava.
(...)
Agora com esta edição em livro, Varneci
e a Editora Luzeiro colocam o Conselheiro no seu lugar devido: o poema é a
marca da transição do jovem poeta para a maturidade literária. Ilustrado por
Severino Ramos, o poema sofreu novo processo de edição em uma moldura mais
luxuosa preparado para novos voos comerciais. Lendo os versos bem alinhavados cremos
que o poeta cumpriu a orientação de Euclides da Cunha: Aquela campanha lembra
um refluxo para o passado. E foi, na significação integral da palavra, um
crime.
Denunciemo-lo.
Aderaldo Luciano
Rio de Janeiro,
dezembro de 2012
SERVIÇOS:
Tamanho: 14x21
ISBN 978-85-7410-008-1
Valor: R$ 15,00
Vendas pelo e-mail: vendas@editoraluzeiro.com.br
sexta-feira, 14 de março de 2014
PERCEPÇÕES SOBRE O MUNDO
Aqui
está mais um cordel que escrevi em parceria com Josué Gonçalves de Araújo, e a
editora Luzeiro publicou. A capa foi feita pelo brilhante ilustrador Walfredo
de Brito. A obra á formada por algumas reflexões filosóficas que fizemos usando
a graça e a beleza do cordel e que agora lançamos para o mundo.
VEJAM AS PRIMEIRAS
ESTROFES:
A humanidade inteira
Passou por transformações,
No decorrer da história
Sofreu várias mutações,
Quem mais plantou mais colheu
No mundo das emoções.
Cada ser humano julga
Ser o dono da verdade,
Superior aos demais
Por uma capacidade,
Sem notar o quanto tem
Ferido a humanidade.
As perguntas filosóficas
Jamais solucionamos:
— De onde foi que viemos?
— Também para onde vamos?
Há vida depois da morte,
Ou nela nós acabamos?
Quem quiser adquirir seu exemplar entre
em contato com a editora Luzeiro pelo e-mail vendas@editoraluzeiro.com.br
domingo, 15 de dezembro de 2013
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
MANDELA: O HOMEM, O HERÓI E O MITO
Na última quinta feira o machado da morte deixou a humanidade mais pobre, quando ceifou a vida de Nelson Mandela, um sul-africano que sofreu em seu corpo a prisão pela liberdade dos outros. Os quase 30 anos na cadeia, forjaram à história, um homem que deixou uma biografia das mais dignas e marcas que nem mesmo o tempo, com suas intempéries conseguirá apagar. Mandela sai dessa vida e entra numa outra dimensão, mas o mundo jamais se esquecerá deste homem que sem sombra de dúvida é um dos personagens mais importante da história humana.
Apresentamos aqui o cordel MANDELA: O HOMEM, O HERÓI E O MITO do escritor Carlos Alberto Fernandes da Silva que desde 2010 já prestara a sua homenagem ao estadista Mandela. Abaixo estão algumas estrofes da obra. A capa é do brilhante ilustrador André Mantoano.
(...)
Nelson Rolihlahla Mandela,
Nascido em mil e novecentos
E dezoito, em Mvezo,
Foi quem gerou os eventos
Que trariam a liberdade
E o fim dos sofrimentos.
Foi chamado Rolihlahla,
Que quer dizer ‘encrenqueiro’,
O tempo, sábio juiz,
Mostraria ao mundo inteiro,
Que o nome do menino
Era mais que verdadeiro.
Filho único, que nasceu,
Em uma Vila singela,
Sem nenhuma infraestrutura,
Bem pequena, nada bela,
Entretanto, trouxe ao mundo
O grande Nelson Mandela.
O seu pai, Henry Mandela,
Tinha linhagem real,
Ligada à antiga casa
Do governante tribal,
Mas morreu em vinte e sete
E Mandela se deu mal.
Sua mãe viu-se obrigada
Deixá-lo com um parente,
Que podia oferecer-lhe
Uma vida mais decente,
Eram de etnia Xhosa,
Aprendeu a ser valente.
Começou, aos sete anos,
A frequentar uma escola,
Aplicado e estudioso,
Foi ficando um rapazola,
Que jamais imaginou
Viver preso em uma gaiola.
(...)
Quem quiser adquirir seu exemplar entre em contato com a editora Luzeiro pelo e-mail vendas@editoraluzeiro.com.br
Na última quinta feira o machado da morte deixou a humanidade mais pobre, quando ceifou a vida de Nelson Mandela, um sul-africano que sofreu em seu corpo a prisão pela liberdade dos outros. Os quase 30 anos na cadeia, forjaram à história, um homem que deixou uma biografia das mais dignas e marcas que nem mesmo o tempo, com suas intempéries conseguirá apagar. Mandela sai dessa vida e entra numa outra dimensão, mas o mundo jamais se esquecerá deste homem que sem sombra de dúvida é um dos personagens mais importante da história humana.
Apresentamos aqui o cordel MANDELA: O HOMEM, O HERÓI E O MITO do escritor Carlos Alberto Fernandes da Silva que desde 2010 já prestara a sua homenagem ao estadista Mandela. Abaixo estão algumas estrofes da obra. A capa é do brilhante ilustrador André Mantoano.
(...)
Nelson Rolihlahla Mandela,
Nascido em mil e novecentos
E dezoito, em Mvezo,
Foi quem gerou os eventos
Que trariam a liberdade
E o fim dos sofrimentos.
Foi chamado Rolihlahla,
Que quer dizer ‘encrenqueiro’,
O tempo, sábio juiz,
Mostraria ao mundo inteiro,
Que o nome do menino
Era mais que verdadeiro.
Filho único, que nasceu,
Em uma Vila singela,
Sem nenhuma infraestrutura,
Bem pequena, nada bela,
Entretanto, trouxe ao mundo
O grande Nelson Mandela.
O seu pai, Henry Mandela,
Tinha linhagem real,
Ligada à antiga casa
Do governante tribal,
Mas morreu em vinte e sete
E Mandela se deu mal.
Sua mãe viu-se obrigada
Deixá-lo com um parente,
Que podia oferecer-lhe
Uma vida mais decente,
Eram de etnia Xhosa,
Aprendeu a ser valente.
Começou, aos sete anos,
A frequentar uma escola,
Aplicado e estudioso,
Foi ficando um rapazola,
Que jamais imaginou
Viver preso em uma gaiola.
(...)
Quem quiser adquirir seu exemplar entre em contato com a editora Luzeiro pelo e-mail vendas@editoraluzeiro.com.br
terça-feira, 26 de novembro de 2013
O ANEL DE PEDRA ROSADA
Uma história comovente marcada pela paixão de dois jovens que se entregam ao amor jurado para toda a vida. Mas o destino tem seus caminhos, os quais só a eternidade poderá dizer se durará para todo o sempre. Surpreenda-se com mais uma narrativa da guerreira do cordel Cleusa Santo.
Veja as primeiras estrofes:
E a vida imita a arte?
Ou a arte imita a vida?
Não sei quem imita quem
Nesta frenética corrida,
Só sei que viver com arte,
Faz ela menos sofrida.
Muitos fatos ocorridos
Parecem até ficção,
Onde o ator é você,
Às vezes sem direção.
Com um roteiro sem cortes:
Curta ou longa duração.
O drama que vou contar
É uma história de amor,
Das voltas que a vida dá
E traz fel como sabor.
Desta trama do destino,
Eu só sou o narrador.
Quem quiser adquirir seu exemplar entre em contato com a editora Luzeiro pelo e-mail vendas@editoraluzeiro.com.br
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
PROVÉRBIOS ENGRAÇADOS EM CORDEL
Depois do sucesso do trava língua, Cacá Lopes envereda pelos provérbios engraçados. Após mergulhar profundamente em mais de nove mil adágios que conseguiu recolher, verteu para linguagem cordelística, alguns dos mais bem humorados. Criatividade e beleza emolduram este novo trabalho que, certamente, será mais um sucesso entre os apaixonados pela poesia.
Eu já fiz alguns cordéis
Vários temas abordei,
Na lira do nosso povo
Muitas estrofes criei,
Mas o mundo dos provérbios
Agora retratarei.
Escolhi os mais hilários,
Adágios, ditos, ditados,
Uma seleção de muitos
Daqueles que são falados.
Aprecie este Cordel
Dos provérbios engraçados.
A melhor sogra do mundo
É a da minha mulher,
Conversa pra boi dormir.
Resta saber se ele quer,
Em arenga de casal
Não se mete a colher.
Se cabelo fosse grana
Pobre nascia careca.
É grande craque na bola
Mas desliza na peteca,
Deixe a vida me levar,
É o que já dizia Zeca.
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