Todos nós que fazemos um trabalho
cultural, percebemos que à medida que o tempo passa, vamos crescendo como
profissional e melhorando no desenvolvimento da nossa arte. Quando cheguei a
São Paulo, há quase 20 anos, ninguém nem ouvia falar da presença do cordel na Bienal
do livro de São Paulo, e agora, felizmente, além do Espaço Cordel e Repente da
@imeph vemos que vários autores e autoras de cordel, são convidados para se
apresentarem em diversos palcos desse grande evento.
Este ano tive a felicidade ser convidado
pelo Sesc para ler cordéis, tendo em vista que existe uma demanda para isso,
que o público consumidor de livros consome livros de cordel e o Sesc é este
espaço que sempre abrigou a cultura brasileira. Me apresentei no Bibliosesc Praça
das histórias um lugar por onde passou diversos escritores e escritoras falando
do seu trabalho e da importância da literatura brasileira.
Na oportunidade mostrei, além de
textos de minha autoria, O Romance do Pavão Misterioso, O menino dos bodinhos e
a princesa interesseira, dois clássicos do cordel brasileiro. Foi uma
apresentação cheia encanto e magia porque tive a possibilidade te convidar ao
palco duas poetisas presentes @cleusasanto e @edimaria mulheres que fazem
história com o cordel na Pauliceia Desvairada. Viva a literatura brasileira.








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