Devemos celebrar o surgimento de festas e feiras para a promoção do livro, um objeto sagrado para quem ama o conhecimento. Este instrumento inventado há centenas de anos, é o mais eficiente e necessário, quando o assunto é a democratização do saber, por isso rendemos homenagens aqueles e aquelas que se esforçam para possibilitar que o livro chegue em todos os recantos deste país, tendo em vista, que é uma possibilidade de se ampliar horizontes, e de se abrir as portas para se viver novas possibilidades com pessoas politizadas e críticas a respeito da sociedade que os cerca.
Participei com alegria da
@fehelipa um momento celebrativo que reuniu autoras e autores periféricos, além
de dezenas de editoras levaram em seus catálogos uma produção pujante e literaturas
potentes que enfrentam os temas mais espinhosos, que a dita literatura oficial
não abraça, ou quando o faz, é superficialmente, porque vive distante deles.
O cordel desde o seu nascimento é
uma forma poética quebradora de paradigmas, desde seu pai Leandro Gomes de
Barros, aos dias atuais, os cordelistas nunca se furtaram discutir temas considerados
tabus. Além das narrativas encantadoras, é capaz de denunciar injustiças e
cobrar respeito para as pessoas excluídas de uma vida digna.
Ver o nascimento da festa do livro
em Heliópolis, nome que homenageia a cidade de Heliópolis, minha vizinha na
Bahia, realizar sua primeira edição, é um sinal de esperança e motivo de
inspiração para continuarmos acreditando no poder do livro, que a literatura é
um direito de todos.
Agradecido a acolhida do
@saraudobinho e a todos os demais amigos e amigas que prestigiaram o nosso
trabalho. Também o encerramento foi primoroso com uma mesa potente com
@ferrezoficial @toni_c_literarua mediada por @tamires_sabotage e além da possibilidade
de encontrar amigos e amigas que tornaram o evento, uma verdadeira festa.











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