Estamos no fim do ano e as confraternizações se espalham de canto a canto do Brasil, são as comemorações, os agradecimentos pelas lutas e conquistas que pessoas ou empresas conquistaram ao logo destes dose meses, pois as caminhadas são cheias de particularidades ao ponto de só quem viveu, é quem sabe medir o que passou para fazer ou não fazer as coisas.
No mundo do livro, considero a luta mais árdua, não
desmerecendo a luta de ninguém, porém é mais fácil vender um quilo de arroz do
que um livro. O arroz resolve uma necessidade imediata e o livro vai ajudar a
perceber o porquê, sendo o Brasil um grande produtor de alimento, grande parte de
nossa população ainda tem dificuldade para comprar o arroz. É simples assim e
com razão, afinal senão se alimentar, como poderá ter força para ler um livro? O
livro vai alimentar o espírito e o arroz o físico. O ideal era se ter as condições
para comprar os dois.
Amanhã 07/12 participarei de dois eventos voltados
para a seara dos livros. Primeiro irei para o lançamento de GRANDES FAVELAS E
SUAS BRECHAS DENTRE BECOS E VIELAS, de meu amigo @adenildolima escritor e
professor alagoano, que se embrenha pela Pauliceia Desvairada para fazer poesia
em meio a dor de tantos seres humanos, violentados a cada dia por um estado
opressor e fascista que tem se tornado. Somente a escrita para promover a catarse
de absurdas acontecidos nesta megalópole. Encerrarei o dia no Festival de
literatura e arte da @editoranovaalexandria onde tenho dois livros publicados,
na celebração da sobrevivência como uma empresa que semeia esperança nos livros
que lançados.
Em eventos assim, nos alimentamos para enfrentarmos
as batalhas que 2025 nos prepara. Espero vê-los por lá.
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